A exposição traz imagens de vendedoras de goma, de frutas, açogueiras, entre outras atividades. Durante a visita, os estudantes puderam entrevistá-las, conhecendo assim as suas histórias e perspectivas de vida. Como estudantes e pais de alunos têm na feira um meio de subsistência, a professora conta que a atividade visou resgatar a importância da feira na comunidade, da sua identidade cultural e, ao mesmo tempo, despertar para o sentimento de pertencimento ao local.
“Muitos dos nossos estudantes trabalham na feira e têm vergonha. Com essa atividade, buscamos valorizar a feira e as pessoas que trabalham nela, levantando assim a autoestima dos seus trabalhadores”, ressalta a professora. O próximo passo agora é realizar um documentário sobre a feira, como atividade extraclasse. “Vou fazer o roteiro de entrevistas junto com os estudantes e depois vamos a campo filmar. Esse trabalho é uma forma de inserir a comunidade. Há muitas mães, pais e estudantes que trabalham e cresceram na feira”, conta a professora.
Fonte: Secretaria de Educação do Estado da Bahia
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